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A Comissão Justiça e Paz de Brasília realizou, neste 02 de julho, no auditório da Cúria Metropolitana, mais uma edição das “Conversas de Justiça e Paz” com o tema “Aspectos Jurídicos das Eleições 2018”. A mesa, moderada por Cícero Fernando, membro da CJP, foi composta pelo Presidente da Comissão Justiça e Paz Mauro Almeida Noleto, pela Vice- Presidente Jovita Rosa e pelo Pe. Ernanne Pinheiro.

Na abertura da Conversa, o moderador agradeceu a presença e a participação de todas e de todos, destacou a importância das “Conversas” para a Arquidiocese e informou da possibilidade e relevância de participações on line, via Facebook.leia mais   clique aqui

Com o avanço da tecnologia, o ato de votar ficou cada vez mais simples e seguro, mas não são poucas as dúvidas e incompreensões que ainda persistem no seio da população em relação aos sistemas eleitorais utilizados para a escolha dos candidatos, ao modelo judicial de seleção prévias dos candidatos, ao modo como se dá a arrecadação e a prestação de contas de campanha, à correta utilização da internet nas campanhas etc.

Como são eleitos os políticos no Brasil? Por que alguns deputados são eleitos com menos votos do que outros? Por que o voto dado para um candidato de pensamento liberal pode ajudar a eleger um candidato de pensamento conservador e vice-versa? Qual o valor do voto nulo e do voto em branco? É verdade que, se a maioria dos eleitores anular o voto, a eleição também será anulada? Como é feita a aplicação da Lei da Ficha Limpa pela Justiça Eleitoral? Que tipo de propaganda eleitoral é permitida na internet e quais as proibições? As chamadas “fake news” (notícias falsas) podem mesmo anular uma eleição? Os candidatos agora também podem arrecadar recursos pela internet? Quais são os instrumentos de combate à corrupção e aos abusos de poder nas campanhas eleitorais?leia mais   clique aqui

A Comissão Justiça e Paz de Brasília realizou no último dia 4 mais uma Conversa de Justiça e Paz com o tema “A Dimensão Social da Fé no Atual Contexto Histórico”. A Conversa aconteceu, como sempre,  no Auditório Dom José Freire Falcão, na Cúria Metropolitana (Anexo da Catedral), teve como convidados a professora Therezinha Motta Lima da Cruz que é professora aposentada da rede pública do Rio de Janeiro; trabalhou como supervisora de Ensino Religioso; foi assessora da Dimensão Bíblico Catequética da CNBB de 1992 a 1996; atualmente trabalha com trabalha ecumenismo e ocupa o cargo de segundo vice-presidente do CONIC; e o Professor Doutor Guilherme Delgado, pesquisador aposentado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA; foi membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz e tem experiência na área de Economia, atuando principalmente nos seguintes temas: agricultura, política agrícola, política social, previdência social e previdência rural.leia mais   clique aqui

Não é saudável amar o silêncio e esquivar o encontro com o outro, desejar o repouso e rejeitar a atividade, buscar a oração e menosprezar o serviço. Tudo pode ser recebido e integrado como parte da própria vida neste mundo, entrando a fazer parte do caminho de santificação. Somos chamados a viver a contemplação mesmo no meio da ação, e santificamo-nos no exercício responsável e generoso da nossa missão. 

(Papa Francisco, Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate, nº 26)

A Comissão Justiça e Paz de Brasília (CJP-DF) realizará, no próximo dia 4 de junho, a 46ª “Conversa de Justiça e Paz”, com o tema: “A Dimensão Social da Fé no Atual Contexto Histórico”. A fim de desenvolver a reflexão e fomentar o debate com a sociedade sobre tema tão atual e relevante, contaremos com a ilustre e especializada contribuição de Therezinha Cruz, professora e segundo vice-presidente do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil - CONIC e o professor Guilherme Costa Delgado.leia mais   clique aqui

Nosso país está hoje de fato muito dividido. Ele é um dos campeões do mundo em desigualdade social. Não poderiam deixar de surgir movimentos, partidos e governos dispostos a agir efetivamente pela igualdade – ideal de todos os que se declaram democráticos. Mas essa tarefa é gigantesca – política, econômica e cultural. Os que procuraram realizá-la fizeram na verdade ainda muito pouco para que se construa realmente no país uma sociedade justa.

Os riscos aumentam. Os tiros da madrugada de 28 de abril em Curitiba, depois da execução em março de Marielle Franco – com seus autores até agora impunes - e dos assassinatos de tantos lideres sociais pelo Brasil afora, demostram a ousadia crescente dos que querem autoritarismo em vez de democracia e “desejam” a violência – como a das guerras entre traficantes de drogas. Eles são poucos, são ínfimas minorias. Mas sabem que violência provoca violência, escapa ao controle da sociedade e se torna irrefreável. Já houve em nosso país revoltas e ações políticas armadas – o que foi sempre muito doloroso. Nunca no entanto chegamos a viver guerras civis, como as que infelicitam o povo, atualmente, em regiões do mundo em que a disputa por recursos naturais é exacerbada e pode se apoiar em disputas religiosas. Para a satisfação dos fabricantes e vendedores de armas, na lógica anti-humana do sistema econômico dominante. Há quem já nos veja empurrados para essa tragédia.leia mais   clique aqui